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Quem é Vinícius Ragazzi?

Engenheiro de Produção pela UEM e Empreendedor na área de Marketing Digital por paixão, Vinicius Ragazzi busca por meio deste Blog, ajudar as pessoas a aprenderem como ser melhores profissionais de Marketing Digital.

Como eu, Engenheiro de Produção, inevitavelmente, comecei a trabalhar com Marketing Digital

Minha Infância

Nasci em 4 de julho de 1994, em uma família de classe média, na cidade de Bandeirantes, no interior do Paraná.

Meu pai sempre foi autônomo.

Minha mãe, Professora e Decoradora de Festas Infantis

Meu irmão, 3 anos mais velho, trabalha como vendedor de produtos veterinários.

Minha mais antiga lembrança é de quando eu tinha 4 anos:

Era natal, e eu ganhei meu primeiro Helicóptero de “Lego”.

Eu adorava explorar a minha criatividade construindo coisas novas.

Ficava horas e horas concentrado construindo coisas e melhorando mais e mais o que eu havia construído.

Gostava tanto que, nessa época, eu pedia Lego de presente em todo aniversário e natal.

Eu podia construir grandes coisas, do zero, e com total autonomia.

Com as minhas ideias. Quando eu queria. Do meu jeito. No meu tempo.

Falando sobre meus estudos, eles começaram de uma maneira curiosa.

Troquei de escola durante o jardim de infância várias vezes.

Até que acabei indo pro antigo “pré”, em 1999.

Fui pra escola onde minha mãe dava aula, e ela mesma foi minha professora.

Porém, tive que fazer novamente no ano seguinte, que era quando eu completava 6 anos, devido as regras do MEC…

Isso era meio desconfortante, quando via antigos amigos seus se formando e pensava:

Poxa, eu já poderia estar lá…

Mas foi com uns 6 anos que eu ganhei o meu primeiro videogame:

Um Super Nintendo.

E, claro, meu jogo favorito só podia ser Super Mario World!

Que jogo fenomenal.

Ainda me pego jogando as vezes…

Pela nostalgia, e porque é muito divertido.

Depois, veio a era dos computadores.

Nesse ponto, eu já era aquele moleque que pensava:

Mal sei digitar, mas é fuçando que se aprende!

Realmente eu gostava de mexer em tudo, descobrindo tudo o que ele podia oferecer.

Mesmo que na época eu não tinha nem internet discada.

E a diversão era uma versão resumida do Super Mário que se jogava pelo disquete.

Eu sempre fui aquele moleque mais jovem da família que mais sabia se virar no computador.

E claro, sobrava pra mim concertar o PC de todo mundo, por meio de testes e ajuda do Google.

Até dar certo.

Aos 9 anos me aventurei nas aulas de Judô, que era de graça.

E de Violão, na qual eu tinha um violão de tamanho infantil e conseguia até dar um certo orgulho pra família.

Uns anos depois, entrei no Karate, que também era de graça e uma quadra de casa.

Eu gostava bastante, porque a habilidade, disciplina e respeito sobrevaliam a força bruta.

E como na infância eu sempre fui mais magrelo e tímido, isso estava a meu favor.

 

A Porta do Caminho Sem Volta

Claro, não poderia faltar Pokémon aqui nesse texto.

Sou fã desde quando passava na TV aberta.

Quanto veio o Pokémon Gold do Game Boy Color então…

Foi uma febre. 😄

Apesar de que eu jogava no Emulador de PC, como muitos…

O curioso é que o início da minha jornada que me levou a trabalhar com Marketing Digital começou com o Pokémon.

Na época, eu comecei a editar as imagens pixeladas dos personagens do Pokémon do Game Boy Advance no Paint, por diversão.

Eu gostava de criar novas combinações de roupas, cabelos, cores e o que viesse na cabeça.

Inspirado pelo hobby de brincar com Lego.

O engraçado é que eu editava as cores com a borracha do Paint, que permitia substituir uma cor da imagem por outra facilmente.

Até que então eu comecei a participar de Fóruns de Download e de Design.

Aprendi, por meio de tutoriais na internet, a fazer Assinaturas (Signs) e Avatares para os perfis do pessoal do fórum.

Faziamos até competições para ver quem produzia a melhor Sign.

E consegui ganhar algumas.

Nesse ponto eu já tinha uma significante experiência com Photoshop e Design Gráfico.

Acredito ou não, isso me levaria a um caminho sem volta ao Marketing.

Mas isso já faz mais de 11 anos…

 

O Incômido da Limitação

Eu estudei em escola pública até o final do Ensino Fundamental.

No entanto, eu via uma grande parte da minha turma e da minha cidade com aquele pensamento típico de cidade pequena.

Um pensamento engessado.

De quem se conformava e aceitava aquela realidade, e seguiria por ali mesmo.

Contrariando esse pensamento, eu tinha muita vontade de ir morar fora.

Sentia que eu precisava fazer algo mais relevante.

Queria explorar, errar e aprender.

Não queria apenas ler sobre histórias.

Queria ser a história.

Queria poder contar a minha própria história.

Então decidi que queria fazer faculdade.

Estava certo de que seria Engenharia.

Ainda nem sabia qual.

Talvez Engenharia da Computação, já que eu tinha facilidade no assunto.

Mas eu também pensava que eu não queria passar a vida toda na frente de computadores.

Queria algo que me pudesse me dar mais liberdade.

Mais possibilidades.

Então, ingressei o Ensino Médio em um Colégio particular.

Já que no Público, eu não via muito futuro.

No final, descobri a Engenharia de Produção e, o seu leque de possibilidades, me chamou muita atenção.

Até porque, no fundo, meu sonho era Empreender.

Queria criar algo grande, que pudesse ajudar o maior número de pessoas possíveis, de alguma maneira.

Apesar de, na época, nem fazer ideia do que e de como.

Mas, fazer Engenharia, me faria pensar como um Engenheiro.

E isso eu via como fundamental para ter mais facilidade em criar e gerencias coisas.

 

 A Decisão

Assim, lá estava eu, em 2012, me mudando para Maringá.

Havia passado em Engenharia de Produção com ênfase de Agroindústria na UEM.

Bom, nessa hora você deve estar pensando:

“Peraí, Agroindústria?”

Isso mesmo haha.

Das minhas 4 opções, Confecção Industrial e Construção Civil passavam longe dos meus objetivos.

Sobrava Agroindústria e Software.

E na época eu pensava em trabalhar numa Danone da vida. Quem sabe, né…

Seria uma ótima experiência…

E Software volta no mesmo propósito de eu não ter escolhido Engenharia da Computação.

Gostava de computador por hobby.

Mas achava que, pra mim, trabalhar com isso seria um saco a longo prazo.

E Agroindústria  ganhou por W.O.

Apesar de eu preferir sem ênfase.

Até porque, as matérias da ênfase, eram uma das mais difíceis do curso.

Isso, devido a serem professores de Engenharia Química que lecionavam.

E como no final do curso eu não me via mais trabalhando com isso de jeito nenhum, foi um peso pra carregar.

 

Aprender? Marketing? Porque Não?

Mas agora, falemos da faculdade em si.

Durante a faculdade, eu tinha uma vontade insaciável de aprender.

No início, eu deu uma segurada.

Passei o primeiro ano apenas estudando e me adaptando a universidade.

Mas quando veio o segundo ano…

Começou com uma oportunidade de trabalhar em um Projeto de Iniciação Cientifica.

Estavam oferecendo uma Bolsa para quem soubesse trabalhar com construção de sites, pra criar um site pro projeto.

Na época eu já havia aprendido a criar blog em WordPress.

Usando de hospedagem e domínios gratuitos, claro.

Mas no projeto teríamos que trabalhar com Joomla. Que eu nunca tinha ouvido falar na vida.

Mas eu pensei:

Se é similar ao WordPress…

Por que não? ¯\_(ツ)_/¯

Em duas semanas eu já estava dominando a plataforma. Fazendo as atividades semanais em 2 horas.

Depois, apareceu uma amiga me perguntando se eu conseguiria fazer a Arte de um Abadá pra Atlética usar nos Jogos Paranaense.

E, novamente, eu pensei:

Por que não? ¯\_(ツ)_/¯

Eu não curtia o Corel Draw e nunca havia feito algo parecido no Illustrator.

Mas como este era mais próximo do Photoshop, tentei por ele.

E consegui.

(Lembra de quando falei que saber Design Gráfico seria um caminho sem volta pro Marketing?)

Então. Gostaram tanto que me chamaram pra trabalhar na Atlética.

Com Marketing. 😅

Dentro da Atlética, conheci a Bateria Universitária da mesma, na qual acabei ingressando também.

Depois, veio aquele típico problema de universidade pública:

Falta de professores.

Juntei meu incomodo com o de uma amiga e abrimos um Centro Acadêmico (CA) pro curso.

Nisso, pare e reflita:

Quem teve que fazer a logo, site, camiseta, artes de divulgação e tudo mais pro CA?

Eu mesmo! 😅

Junto do CA veio o Diretório Acadêmico, na qual minha chapa ganhou as eleições.

Chegamos a organizamos um Sindicato de Engenharia Junior, na qual reunimos os presidentes de cada CA de Engenharia pra organizar eventos de capacitação (financiados pelo Sindicato).

Fiz até teste pra Empresa Junior…

Mas percebi que não era a minha praia.

E continuei procurando por novas experiências…

Nesse caminho, algo que eu nunca me identifiquei era com organizações que tinham a crença de que, pra serem excelentes, precisavam ser mais rigorosas que o próprio mercado.

Na qual era imposto tantas normas que você se sentiria limitado.

E, assim, ignoravam dois grandes fatos:

#1 – Éramos jovens.

#2 – Somos Humanos.

E é da natureza humana buscar a Liberdade.

 

A Última Tentativa

Eu queria mais.

Buscava um ambiente de autonomia e propósito, com desafios realistas e cada vez maiores.

Até que conheci a AIESEC:

Um Movimento de Liderança Jovem que tem como causa atingir a Paz Mundial e o Preenchimento do Potencial Humano, ativando a Liderança nos jovens por meio de oportunidades de Intercâmbios Interculturais.

Me identifiquei tanto com seu propósito, autonomia e busca por excelência que prezavam que me dediquei 3,5 anos a ela.

Na minha entrevista, eu havia dito que queria fazer parte de qualquer área, menos Marketing.

Isso mesmo.

Como em todas as organizações que eu entrava eu acabava trabalhando com Marketing, nessa eu disse que não queria.

Eu precisava tentar algo diferente.

Então entrei na área de Vendas.

Contudo, não deu dois meses e eu já estava com um cargo na área de Marketing. 😅

Fiquei 1,5 anos trabalhando com Marketing desde então.

Até que fui tentar algo diferente de novo.

Haveria eleições para Diretoria no final do ano, e eu queria ter uma experiência gerindo pessoas.

Então fui eleito Gestor de um Time de Vendas.

Na qual comecei a gostar muito do que estava fazendo.

Meu líder queria e eu me tornasse Diretor de Vendas no final do ano.

E me apliquei pra tal cargo.

E o que aconteceu?

Na eleição, você se aplica pra Diretoria e o Presidente pode te alocar pra área que ele achar melhor.

E, então, claramente, lá estava eu novamente:

Diretor de Marketing 2016 da AIESEC em Maringá. 😂

Depois disso, eu já havia aceitado o destino.

Mas foi nesse cargo que eu realmente senti que essa era a minha área. 🎯

Em seguida, Gerenciei as Mídias Digitais da AIESEC no Brasil.

E prestei Consultorias para novos Diretores B2C de norte a sul do país.

No final das contas, passei por 19 cargos.

Isso porque a maioria dos cargos eram semestrais.

Com exceção do de Diretor que era anual.

E eu poderia participar de certos cargos simultaneamente, caso eleito.

E, claramente, eu fiz muito disso no começo.

Pra saciar a minha vontade de aprender mais o quanto antes.

Até o momento que percebi que precisava me focar em uma coisa quando queria ser Diretor.

 

Aprendizado de Valores

Nesse período também tive a oportunidade de viver na pele diferentes realidades.

Em 2015, fiz meu Intercâmbio Social para a Argentina, em Buenos Aires, na Fundación CADENA.

Uma ONG que prestava Educação Social para crianças da favela ao lado.

Eu morava numa casa no fundo da ONG com outros intercambistas.

Meu objetivo lá era me desenvolver com esse choque de realidade.

Eu trabalhava promovendo a ONG para arrecadar doações e atrair novos voluntários.

Enquanto o grupo de 3 outros intercambistas realizavam as atividades recreativas com as crianças.

Tudo o que podia dar errado, e até o que eu nem imaginava que poderia daria errado, deu.

Mas essa era a minha intenção desde o começo:

Aprender com as crises que eu iria ter lá.

Se eu fosse ate a Argentina pra tudo ser flores, seria melhor eu ir numa ONG na minha cidade…

No fim, ainda aproveitei o networking e fui para Santiago oferecer treinamentos para os Diretores de Marketing da AIESEC no Chile.

Nessa jornada de 3,5 anos, eu pude colaborar com o Start na mudança de Mindset que contribuiu na formação de centenas de novos jovens líderes.

Mas a coisa começa a funcionar mesmo depois que eles terminarem a faculdade e forem transformar e inovar no mercado de trabalho.

É um trabalho de bem longo prazo.

Mas, com certeza, meu maior legado foi o quanto esse ambiente abriu a minha mente pra me tornar quem eu sou hoje.

Descobrir mais sobre quem eu sou.

Quais os meus valores e ideais.

Qual o meu papel.

Aonde quero chegar.

E por quais meios.

É algo que realmente não tem preço.

É o que me da sentido e me motiva a buscar mais todo dia.

 

Meu Ponto de Virada

Depois de formado, e graças as minhas conquistas, tive a oportunidade de trabalhar com Inbound Marketing em uma Agência Full Service.

Foi uma grande oportunidade de colocar em prática minha bagagem e aprender com diferentes seguimentos de mercado, em uma estrutura e postura bem diferente do que eu já havia vivido.

No entanto, eu sentia de que eu era capaz de mais.

Eu sempre tive vontade de empreender.

Queria construir algo eu mesmo.

Do zero.

Algo que me ajudasse a concretizar meu sonho de transformar o Brasil inovando no Marketing Digital.

E eu pensava muito sobre o que fazer, com o que empreender, enquanto eu estava na agência.

Até que eu tive uma sacada.

Foi então que eu larguei tudo.

Saí de Maringá e voltei a residir em Bandeirantes, na minha cidade natal, junto de minha família.

E então criei esse Blog.

Meu objetivo aqui é aprimorar, de forma inovadora, novos profissionais, que estão buscando crescer no mercado, sobre Marketing Digital.

Essa é a minha promessa.

Então, se é de seu interesse, espere aqui conteúdos extremamente ricos.

De forma simplificada.

Feitos pensando em você! ;D

Seja bem-vindo!

Vinícius Ragazzi

Vinícius Ragazzi

Nascimento: 04 de Julho de 1994

Nacionalidade: Brasileiro

Formação: Engenheiro de Produção pela Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Ocupação: Consultor de Inbound Marketing

Personalidade:

  • Analítico
  • Energético
  • Inovador
  • Prático
  • Resiliente
  • Sereno
  • Team Player